sábado, 18 de dezembro de 2010

Piadinhas para descontrair...

Piadas

Um garoto liga para um telefone esotérico e o consultor diz:
"Você será apresentado a uma linda garota que irá querer saber tudo sobre  você".
O garoto se animou: "Que legal! Ela é uma das garotas do clube?
 O consultor espiritual respondeu: "Não, é uma estudante de Psicologia".

A secretária de um psiquiatra entra no seu consultório e diz:  “Há um senhor na sala de espera pedindo para vê-lo. Ele acredita  que ele é invisível”.
O psiquiatra responde: “Diga que eu não posso vê-lo”.

Dois casais de idosos conversavam, quando um dos homens perguntou ao > outro: “Fred, como foi seu tratamento na clínica de memória que > você foi mês passado?” Ele responde: “Incrível! Eles nos ensinaramtodas as últimas técnicas psicológicas – visualização, associação –  isso fez uma grande diferença pra mim”. “Que bom! Como era o nome da clínica?”  Fred deu um branco. Pensou, pensou, mas não lembrava. Então um sorriso veio na sua face e ele perguntou: “Como se chama aqula flor vermelha com cabo longo e espinhos?”    “Você quer dizer uma rosa?”   “Sim, isso!”.   Ele vira pra esposa e diz: “Rosa, qual era o nome daquela clínica?”

O psiquiatra diz ao paciente: Bom, eu tenho boas e más notícias.
O paciente diz: O 
- Você pode ir pra casa e esquecer isso.
k. Diga-me primeiro as más.
- Você tem mal de Alzheimer.
- Deus do céu! E as boas notícias?
- Você pode ir para casa e esquecer disto!

sábado, 13 de novembro de 2010

O ANALISTA DE BAGÉ - QUADRINHOS

Personagem criado por Luis Fernando Veríssimo, ‘O analista de Bagé’ . Um psiquiatra / psicólogo adepto de Freud, que atende a clientela de bombacha e Chimarrão.
Para quem lunca leu, vamos publicar algumas páginas desse gibi.

O Analista de Bagé, em quadrinhos
Luís Fernando Veríssimo / Edgar Vasques
L&PM Editora




Dicas de Cursos

PUC-SP oferece curso de verão em psicologia


Fonte: www.planetauniversitario.com

A Análise do Comportamento é um sistema psicológico de extrema importância na compreensão dos processos básicos da conduta humana e de seus problemas, seja na esfera individual ou social. A proposta deste curso, oferecido pela PUC-SP por intermédio de sua Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (COGEAE), é contribuir para a formação em Análise do Comportamento. O conteúdo do curso abrangerá: behaviorismo radical, definição de comportamento e a noção de causalidade; processos comportamentais básicos; controle e comportamento operante; o operante e a complexidade do comportamento e as dimensões da análise do comportamento.

Dirigido a graduandos e graduados de quaisquer áreas, o curso tem início em 10 de Janeiro e aulas sempre de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h30, no Campus Monte Alegre, que fica na Rua Ministro Godói, 969 Perdizes, São Paulo.

Mais informações e inscrições: (11) 3124-9600, www.pucsp.br/cogeae e infocogeae@pucsp.br

Assessoria de Imprensa Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Para Relaxar

domingo, 24 de outubro de 2010

Manual de dinâmicas

MANUAL DE DINÂMICAS DE GRUPO
Atendendo o pedido da galera!
Para baixar CLIQUE AQUI!

Voltamos!

Depois de ficarmos fora um tempinho entre provas e trabalhos, voltamos para postar coisas da psico.

Começando com um texto do renomado mestre Lannoy Dorin:




A FINALIDADE DA PSICOTERAPIA.

Lannoy Dorin.



Se os atos humanos fossem causados somente por processos mentais conscientes, que sentido teria a terapia de análise do seu existir?

Se nossos comportamentos fossem sempre causados por processos mentais conscientes, toda e qualquer ação humana seria tratada apenas em termos morais e legais.

Acreditar que a mente consciente está sempre dirigindo o comportamento, é atribuir a todos os seres humanos adultos o mesmo grau de discernimento dos fatos sociais e de sua conduta.

Para terem o mesmo grau de consciência de suas ações, todos os humanos deveriam ter o mesmo nível de formação intelectual, ou seja, ter a mesma educação e o mesmo acesso aos bens culturais. Isto é impossível, devido às diferenças individuais de base genética e às variáveis socioculturais, que diferem de uma para outra região.

Assim, temos de admitir que há ações humanas que ocorrem sem que seus agentes tenham consciência da causa delas. Como, muitas vezes, não têm das socioeconômicas do seu exitir. Logo, a denominada psicoterapia (tratamento psicológico) deve seguir em duas direções: análise do existir do cliente e da sociedade em que vive. No primeiro caso, o passado ajuda a entender o presente, mas é neste tempo que se vive. Por outro lado, o indivíduo com problemas psicológicos, sobretudo emocionais, e/ou desajustado no meio social em que vive, diariamente reelabora sua problemática. Desse modo, seu passado está sempre no presente, e ajudá-lo a libertar-se desse passado é a função do psicoterapeuta do psicólogo clínico. Ao mesmo tempo, este terá de levá-lo à avaliação crítica da sociedade e ao estabelecimento de um novo estilo de vida. Esta fase é a do posicionamento filosófico no mundo.

Pelo exposto, deduz-se facilmente que psicoterapia é um processo educativo, pelo qual se aprende a trabalhar, no presente e de modo positivo, com o que restou do negativo do passado. Concomitantemente, aprende-se a conviver com os semelhantes, dando um sentido positivo à existência. Este novo modo de viver anula o passado e ajuda a pessoa a responder ao seu questionamento atual: por que vivo?

A finalidade básica da psicoterapia é fazer o indivíduo reanimar a criança que traz no seu inconsciente sem ser criança, quer dizer, ser, na idade adulta, espontâneo, criativo e congruente, o que se comporta como pensa e sente.

A psicoterapia consiste em saber o que os complexos estão fazendo conosco. E a resposta, sabe-a muito bem o psicólogo clínico, normalmente está nos sonhos, cujas mensagens são analisadas no processo terapêutico.

E se a pessoa não quiser fazer psicoterapia? Ora, se ela estiver feliz com sua vida, não precisa mudar coisa alguma. E isto significa que encontrou as razoes do seu existir.

Como o leitor pôde perceber, somos defensores da psicoterapia individual, “a única que se justifica cientificamente”, como disse C.G. Jung. “ Todo desvio desta atitude significa terapia por sugestão, cujo princípio básico diz: o individual não importa perante o genérico” (Jung em A prática da psicoterapia, Vozes, 1988, p.3).


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

FELIZ DIA DO PSICÓLOGO!

Essa é minha singela homenagem a todos os profissionais da psicologia, em especial aos meus professores e a minha psicóloga!
Parabéns pelo dia de vocês!
Por enquanto, eu vou comemorando com os amigos das faculdades Anhanguera, Anchieta, Unip e Pitágoras, o nosso "quase" dia, afinal, somos psicólogos em formação!
Faltam alguns aninhos galera, mas um dia a gente chega lá!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

FREUD E A ETERNIDADE

Boa tarde psicopovo! Mais um artigo do mestre Dorin, professor muito conhecido e muito querido em Jundiaí.



FREUD E A ETERNIDADE

Lannoy Dorin*

Por que Freud foi, é e sempre será uma figura de primeira grandeza no cenário científico do ocidente?

Primeiramente, ele deu a palavra ao cliente. Até então, as relações médico-paciente eram sempre em termos de status, de posicionamento. Quer dizer, o médico tinha o status de quem sabia tudo e o cliente de quem apenas devia ouvir e seguir as instruções recebidas. Ao dar ao cliente o direito de falar e desabafar, Freud descobriu que a simples exteriorização de idéias e emoções já fazia baixar a ansiedade, a angústia, a aflição opressora.

O segundo mérito de Freud foi o de revelar que os clientes com transtorno de ansiedade, quando hipnotizados, continuavam fugindo da verdade e representando papéis que inventaram para se ajustar inadequadamente ao mundo. Ao hipnotizar seus pacientes, Freud viu que estava reforçando o comportamento infantil (neurótico) deles. Então ele forçava o analisando a encarar a verdade, o que de fato gerava seu comportamento inadequado e suas fantasias. Ele objetivava tornar consciente o que até então era inconsciente.

Outro mérito de Freud foi o de mostrar os mecanismos, os hábitos utilizados pelas pessoas para inconscientemente superarem as barreiras que as frustram. Frustradas ou em conflito (que também frustra), os indivíduos sentem o desprazer da ansiedade e empregam meios (os mecanismos) que servem de defesa contra esse estado desagradável. A quantidade de mecanismos e o grau no emprego de cada um nos indica o nível de desajustamento da pessoa.

Finalmente, coube a Freud ter resgatado o valor do sonho, essa linguagem esquecida, como diz Erick Fromm. Ele viu o sonho como a saída da mente para exteriorizar as experiências reprimidas. De forma que o analista, ao interpretar a simbologia do sonho, pode desvendar o que as imagens (com forte carga afetiva) querem transmitir.

Freud via três tipos básicos de sonhos: 1- de satisfação de desejos, tão comuns na infância ( id ); 2- de ansiedade, em que o ego onírico se vê em conflito, pois deseja e se vê bloqueado; 3- e de autopunição, com o superego, a consciência moral condenando o ego.

Críticos de Freud acrescentaram outras interpretações aos seus achados (por exemplo, complexo de Édipo) e novos dados para a explicação dos sonhos dos desajustes da personalidade, etc, mas nenhum deles (Jung é um exemplo) deixou de reconhecer o papel que Freud desempenhou como psicólogo dos subterrâneos da mente humana.

Numa época em que os psiquiatras afirmavam que o organismo era o maior responsável pelos transtornos mentais, Freud, defendeu a tese de que em grande parte é a mente que transtorna o organismo. Ele é, portanto, o “pai” da psicossomática no mundo ocidental e, pela introdução do inconsciente na Psicologia, até então voltada de um lado ao estudo da mente consciente e de outro do comportamento observável, um dos pioneiros dessa ciência.


*Lannoy Dorin é mestre em psicologia, professor, jornalista e autor de diversos livros.

Psicólogos da Silva