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sábado, 27 de agosto de 2011

FELIZ DIA DO PSICÓLOGO

NOSSA SINGELA HOMENAGEM AOS NOSSOS PSICÓLOGOS, NOSSOS PROFESSORES PSICÓLOGOS E AOS NOSSOS AMIGOS PRÉ-PSICÓLOGOS DE JUNDIAÍ E REGIÃO!
A TERAPIA HOJE É COMEMORAR! PARABÉNS!


sábado, 13 de agosto de 2011

CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO PSICÓLOGO

Ética é essencial em todas as profissões, mais ainda na profissão que escolhemos, a de Psicólogo.


Em tempos que a ética está sendo tão comentada, vale a pena conhecer o:



Abraços!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Um texto do Mestre Dorin.

Decidi postar esse artigo do Dorin depois de ler um texto no blog da Gica.     Para quem não sabe, mestre Dorin é psicólogo, jornalista e professor, uma das pessoas mais inteligentes que conheço e acima de tudo um grande amigo, que eu admiro muito!





A PSICOLOGIA E OS ESTADOS D’ALMA

                                                                                                                                               Lannoy Dorin*

                O termo grego mystikós significa mistério relativo às cerimônias religiosas; inclinação para crer em seres e forças sobrenaturais, em mistérios; a atitude baseada mais na intuição e no sentimento do que na percepção e no pensamento, tendo por objetivo a união com a divindade. Místico é o indivíduo que sai do chão e se liga ao sobrenatural, ao natural desconhecido; é o que adota a crença de que deve se ligar novamente (religare) à natureza, aos deuses ou a Deus. Defina Deus, que você terá a explicação do que é um místico. Mas Deus não se define! É um símbolo, e, como tal, de significado inesgotável. Ele pode ser tudo aquilo que você tem como maior, mais potente, criador de tudo, onipresente, arquiteto do Universo, as leis da natureza, a eterna energia...Enfim, Deus é uma questão de fé e não de razão. Logo, crer Nele é uma crença baseada na intuição e não na percepção, na interpretação de fenômenos externos, e no pensamento, que é o trabalho mental feito com símbolos, com algo que já passou.
                Portanto, ser místico não é contrariar dogma algum, a não ser o do cientista que só crê nos fenômenos que percebe ou detecta por instrumentos. Mas, será que não existem fatos, aparições, sintomas, acontecimentos astronômicos que são efeitos de causas que não detectamos? (1) Exemplos são chamados estados d’alma, como solidão, saudade, distimia (“baixo astral”), receio, remorso, angústia, vontade, inveja...
Pelo exposto, pode-se deduzir que místico é o que pressente, supõe, infere do que a ciência lhe diz. É o que, parafraseando Shakerpeare diria que há muito mais coisas entre nosso conhecimento científico e a realidade.
                Na terceira de uma série de quatro entrevistas dadas por C.G. Jung a Richard I. Evans em 1957 (2), quatro anos antes de falecer, o mestre de Zurique, o “velho sábio”, disse: “Existem muitas coisas sobre as quais as pessoas não fazem sequer idéia.”... “Todos os que afirmam que sou um místico não passam de perfeitos idiotas. Eles não compreendem a primeira palavra da Psicologia.”
                A primeira palavra da Psicologia é psique (diz-se psique). Esse termo é grego e significa algo que você não vê: alma, alento, sopro de vida. Psychein é soprar, bafejar; psychrós é frio; e psychós é fresco. O grego achava que a alma, o que animava o ser humano, era o ar frio que penetrava pelas narinas do recém-nascido. O último suspiro do moribundo era a despedida deste “vale de lágrimas”.
                O psicólogo estuda a alma de acordo com o conceito que tem dela. Um conceito bem comum é o de conjunto de fatos e processos psíquicos. E ele a estuda através do comportamento aberto, dos fenômenos como aparecem a qualquer observador. Mas ele sabe, ou deve saber, que nem todo fenômeno psíquico pode ser deduzido do comportamento. Por exemplo, a intuição, o pressentimento não externado. Da mesma forma, vários outros estados d’alma , como luto, tédio, fé, esperança, amor à primeira vista, simpatia, antipatia, “dor de cotovelo”, confiança, desconfiança...
                Sabemos que a Psicologia trabalha com dados objetivos, e, com base neles, elabora teorias. A Psicologia Clínica, com sinais comportamentais e sintomas relatados pelo cliente. Mas, este, muitas vezes, por mais próximo do que seja seu estado d’alma, não consegue dizer exatamente o que sente, como, por exemplo, o seu estado anímico após uma desilusão amorosa. É por isso que muitos psicólogos clínicos, como os existenciais humanistas, ou fenomenologistas, dizem que, mais do que descrever e querer interpretar o comportamento de um cliente, é preciso compreendê-lo. É o sentir com, a que chamam de empatia.

domingo, 24 de outubro de 2010

Voltamos!

Depois de ficarmos fora um tempinho entre provas e trabalhos, voltamos para postar coisas da psico.

Começando com um texto do renomado mestre Lannoy Dorin:




A FINALIDADE DA PSICOTERAPIA.

Lannoy Dorin.



Se os atos humanos fossem causados somente por processos mentais conscientes, que sentido teria a terapia de análise do seu existir?

Se nossos comportamentos fossem sempre causados por processos mentais conscientes, toda e qualquer ação humana seria tratada apenas em termos morais e legais.

Acreditar que a mente consciente está sempre dirigindo o comportamento, é atribuir a todos os seres humanos adultos o mesmo grau de discernimento dos fatos sociais e de sua conduta.

Para terem o mesmo grau de consciência de suas ações, todos os humanos deveriam ter o mesmo nível de formação intelectual, ou seja, ter a mesma educação e o mesmo acesso aos bens culturais. Isto é impossível, devido às diferenças individuais de base genética e às variáveis socioculturais, que diferem de uma para outra região.

Assim, temos de admitir que há ações humanas que ocorrem sem que seus agentes tenham consciência da causa delas. Como, muitas vezes, não têm das socioeconômicas do seu exitir. Logo, a denominada psicoterapia (tratamento psicológico) deve seguir em duas direções: análise do existir do cliente e da sociedade em que vive. No primeiro caso, o passado ajuda a entender o presente, mas é neste tempo que se vive. Por outro lado, o indivíduo com problemas psicológicos, sobretudo emocionais, e/ou desajustado no meio social em que vive, diariamente reelabora sua problemática. Desse modo, seu passado está sempre no presente, e ajudá-lo a libertar-se desse passado é a função do psicoterapeuta do psicólogo clínico. Ao mesmo tempo, este terá de levá-lo à avaliação crítica da sociedade e ao estabelecimento de um novo estilo de vida. Esta fase é a do posicionamento filosófico no mundo.

Pelo exposto, deduz-se facilmente que psicoterapia é um processo educativo, pelo qual se aprende a trabalhar, no presente e de modo positivo, com o que restou do negativo do passado. Concomitantemente, aprende-se a conviver com os semelhantes, dando um sentido positivo à existência. Este novo modo de viver anula o passado e ajuda a pessoa a responder ao seu questionamento atual: por que vivo?

A finalidade básica da psicoterapia é fazer o indivíduo reanimar a criança que traz no seu inconsciente sem ser criança, quer dizer, ser, na idade adulta, espontâneo, criativo e congruente, o que se comporta como pensa e sente.

A psicoterapia consiste em saber o que os complexos estão fazendo conosco. E a resposta, sabe-a muito bem o psicólogo clínico, normalmente está nos sonhos, cujas mensagens são analisadas no processo terapêutico.

E se a pessoa não quiser fazer psicoterapia? Ora, se ela estiver feliz com sua vida, não precisa mudar coisa alguma. E isto significa que encontrou as razoes do seu existir.

Como o leitor pôde perceber, somos defensores da psicoterapia individual, “a única que se justifica cientificamente”, como disse C.G. Jung. “ Todo desvio desta atitude significa terapia por sugestão, cujo princípio básico diz: o individual não importa perante o genérico” (Jung em A prática da psicoterapia, Vozes, 1988, p.3).


quarta-feira, 11 de agosto de 2010

PRINCIPAIS ÁREAS DE ATUAÇÃO DOS PSICÓLOGOS

Boa noite galera! Bem resumidamente, esse texto fala alguns lugares onde os psicólogos podem atuar.



PRINCIPAIS ÁREAS DE ATUAÇÃO DOS PSICÓLOGOS

Prof Dr Eric Calderoni- Universidade Nove de Julho

Psicologia Clínica (consultório) – psicoterapia, atendimento que visa aumentar a felicidade das pessoas através do auto-conhecimento. Dependendo da abordagem do psicólogo, pode ou não incluir aconselhamento. Geralmente faz sentido quando a pessoa sofre, acha que tem responsabilidade no próprio sofrimento (por fazer algo que prejudica a si própria) e não entende bem por que faz isso (Exemplos: Por que sempre escolho namorados que não me tratam bem? Por que duro tão pouco nos empregos? Por que eu gasto mais do que ganho? Por que sofro tanto com o fato da minha mãe não me amar?). Muitas empresas usam a psicologia clínica em substituição à psicologia organizacional, contratando psicólogos clínicos ou, o que é mais freqüente, firmando convênios para o atendimento psicoterápico de seus funcionários. Quando muitos funcionários de uma empresa precisam fazer psicoterapia é provável que a empresa esteja causando sofrimento psíquico aos seus colaboradores. No entanto, ao invés de combater as causas deste sofrimento, a empresa prefere investir em tentativas de remediação, o que se mostra como tendo efeitos apenaspassageiros.

Orientação Vocacional – ajuda as pessoas a escolherem que profissão seguir, que curso escolher. A “gestão de carreiras” aconselha as pessoas, ajuda a prepararem currículos, orienta sobre os próximos passos para as pessoas atingirem seus objetivos profissionais.

Reinserção Social – ajudar pessoas com transtornos mentais graves a conseguir realizar tarefas básicas, não necessitando ficar internada. Ex: escovar os dentes, comprar pão, vender chiclete...

Psicologia Hospitalar (hospital) – Relaxamento; Orientação sobre drogas, sexo, gravidez, auto-exames; dar as más notícias.

Psicologia do Esporte – ajuda os jogadores a se motivarem, se concentrarem quando o time está perdendo ou quando o time está ganhando, a adquirirem espírito de equipe (pararem de ser “fominhas”).

Psicologia Jurídica – ajuda o juiz a decidir se os filhos devem ficar com a mãe ou com o pai, quando há separação de um casal. Decide se um assassino deve ser considerado insano e ir para o manicômio judiciário ou se deve ser considerado são e ir para o presídio de segurança máxima. Trabalha na reabilitação e no controle da recuperação de presos e internos.

Psicologia Política – Estuda como os eleitores decidem seu voto; o que leva as pessoas a participarem de movimentos, revoltas, etc. e como é sua participação nestes; técnicas de negociação e pressão; discriminação e preconceito contra grupos marginalizados.

Psicologia Comunitária – ajuda comunidades a se organizarem para produzir, reivindicar direitos, levar um estilo-de-vida mais saudável e outras

Psicologia da Comunicação – confecção de campanhas publicitárias, comportamento do consumidor, técnicas de influência

Psicologia Organizacional – estuda como aumentar a produtividade de funcionários. As principais sub-áreas são: seleção de pessoal, treinamento e desenvolvimento, motivação e desenho de cargos e funções.

Psicologia do Trabalho – estuda a influência dos diversos tipos de trabalho sobre a mente do trabalhador.

Psicologia da Educação – estuda como melhorar a aprendizagem

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Ser Psicólogo(a)...

Bom dia amigos do Psicoferas!
Achei esse texto interessante, então tô dividindo com vcs.
Abraços!
Richard







SER PSICÓLOGO (Autor: Walmir Monteiro)

Ser psicólogo é uma imensa responsabilidade.
Não apenas isso: é também uma notável dádiva.
Desenvolvemos a habilidade da palavra, do olhar, das expressões,
e até mesmo do silêncio.
A capacidade de tirar lá de dentro o melhor que temos
para cuidar, fortalecer, compreender, aliviar.

Ser psicólogo é um ofício tremendamente sério.
Mas não apenas isso: é também um grande privilégio.
Pois não há maior que o de tocar no que há de mais precioso e
sagrado em um ser humano: seu segredo, seu medo, suas alegrias,
prazeres e inquietações.

Somos psicólogos e trememos diante da constatação
de que temos instrumentos capazes de favorecer o bem ou o mal,
a construção ou a destruição.
Mas ao lado disso desfrutamos de uma inefável
bênção que é poder dar a alguém o toque, a chave que pode abrir portas
para a realização de seus mais caros e íntimos sonhos.

Quero, como psicólogo aprender a ouvir sem julgar, ver sem me
escandalizar, e sempre acreditar no bem.
Mesmo na contra-esperança, esperar.
E quando falar, ter consciência do peso
da minha palavra, do conselho, da minha sinalização.

Que as lágrimas que diante de mim rolarem,
pensamentos, declarações e esperanças testemunhadas, sejam segredos
que me acompanhem até o fim.
E que eu possa ao final ser agradecido pelo privilégio de ter vivido para
ajudar as pessoas a serem mais felizes.



O privilégio de tantas vezes ter sido único na vida de alguém que não tinha
com quem contar para dividir sua solidão, sua angústia, seus desejos.
Alguém que sonhava ser mais feliz, e pôde comigo descobrir que isso só começa quando a gente consegue realmente se conhecer e se aceitar.